ENGANO NÚMERO 1: ORÇAMENTOS NÃO PODEM SOFRER MODIFICAÇÕES AO LONGO DO PROJETO:

Um projeto eventualmente pode ter a duração de alguns anos. É óbvio que os valores orçados para tal projeto pode sofrer alterações ao longo do tempo, afinal, a vida é dinâmica, e tudo pode estar sujeito a alterações de custos, e portanto, pode ser necessário a realização de alguns ajustes. Só não esqueça de obter a concordância do seu financiador quanto a alteração de qualquer natureza.

ENGANO NÚMERO 2: ELABORAR UM ORÇAMENTO PARA UM PROJETO É SIMPLES E PODE SER FEITO POR QUALQUER UM:

Trata-se de um engano muito comum que algumas entidades acabam cometendo. A elaboração da sua planilha de custos é uma tarefa a ser realizada com a participação de toda a sua equipe e todos devem ser estimulados a darem a sua contribuição. Só assim, você produzirá um orçamento o mais próximo da realidade possível.

ENGANO NÚMERO 3: OS CUSTOS PODEM SER ELABORADOS DA NOITE PARA O DIA:

É normal que na correria do dia-a-dia durante a elaboração de uma proposta deixemos a elaboração do orçamento para o final. Na verdade, trata-se de prática temerária, pois resultaram em planejamento sofrível, acarretando muitas vezes na rejeição da proposta. Portanto, tenha o hábito de desenvolver o seu orçamento concomitantemente à elaboração do seu projeto. Isso trará maior consistência para a sua proposta.

ENGANO NÚMERO 4: OS ORÇAMENTOS POSSUEM SEMPRE A MESMA FORMATAÇÃO:

Avaliação nada mais equivocada. Cada financiador possui o seu formato próprio para o desenvolvimento e demonstração dos custos de seu projeto. Além disso, sempre haverá projetos com objetivos diferentes, e consequentemente, com alíneas de custos diferenciadas de um para o outro.

ENGANO NÚMERO 5: O ORÇAMENTO DE UM PROJETO NÃO PRECISA ESTAR BASEADO EM NADA:

Muito pelo contrário. Um bom orçamento deve levar em consideração o custo médio de cada alínea ou item para a região em que projeto será executado; deve-se levar em consideração também outros orçamentos já apresentados para projetos similares; e principalmente levar em consideração as limitações de financiamento de seu doador.

CONFIRA A SUPER DICA DE ORÇAMENTO Nº 3 – SUPERANDO AS DIFICULDADES NA ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO